segunda-feira, 15 de outubro de 2012

A CIÊNCIA REFUTANDO O ATEÍSMO


Um dos grandes mitos do século 20, cuidadosamente preparado, alimentado e propagado por quase todos os meios de (des)informação (para além de mantido vivo com dinheiro público em escolas e museus) é o de que a ciência e o cristianismo são inimigos mortais.
Segundo reza o mito, a ciência só começou a florescer depois de se ter visto livre dos constrangimentos impostos pela fé cristã. Proeminentes crentes ateus (internacionais e portugueses) defendem a necessidade de uma cosmologia ateísta e naturalista como forma de manter a ciência "livre" de intermissões desnecessárias.

Mas será isto verdade? Será que temos que assumir o ateísmo (e ignorar o cristianismo) se queremos fazer verdadeira ciência?


Uma das formas de nós vermos como isto não é verdade é analisarmos o que está subentendido na atividade científica.

Quando um cientista se debruça para analisar uma determinada questão sobre o mundo e sobre o universo em que vivêmos, ele está implicitamente a assumir no mínimo 3 coisas:

1. Que o universo opera segundo princípios racionais
2. Que essa estrutura e composição é constante
3. Que a mente humana pode entender a composição do universo.

Em relação ao ponto 1, é preciso vêr que a expectativa de existir um universo que opera segundo leis racionais não faz parte da cosmologia ateísta, uma vez que segundo o ateísmo, o universo não tem uma Causa Racional. Segundo a religião ateísta, o universo é o resultado de uma explosão/expansão aleatória que ocorreu há biliões de anos atrás. (Só Deus sabe quantos anos vai ter o universo daqui a 10 anos portanto nem vou pôr aqui a "data actual"). Mais embaraçoso ainda é que existem ateus que acreditam que o universo veio do nada.

A Bíblia por outro lado diz que antes do Universo existir, já existia o Deus Triuno, e que Ele é a Fonte da racionalidade existente no universo. A posição cristã faz mais sentido das evidências uma vez que ela aponta uma Causa Racional para a racionalidade dentro do universo. A posição ateísta não faz sentido nenhum.

Outra pressopusição da ciência é a de que as leis da natureza que operam hoje são as mesmas que operaram ontem, e as mesmas que vão operar no futuro. Este é o velho princípio de indução ou o "problema da "Uniformidade da Natureza".

Se Deus não existe, como é que se explica que a natureza opere de uma forma previsível e constante? Se o universo é o resultado de forças aleatórias, como nos dizem os crentes ateus, porque é que o universo se comporta de uma forma não-aleatória no que toca ao seu funcionamento e às leis da natureza? Se os cientistas operassem assumindo crenças ateístas, seria impossível fazer ciência uma vez que não haveria justificação para se esperar que o futuro fosse como o passado.

A Bíblia, no entanto, oferece-nos o suporte ideológico fundamental para a actividade científica, uma vez que ela afirma que o Deus que criou o universo é um Deus Imutável e Constante (Hebreus 13:8, Malaquias 3:6). Ele afirma que as leis que Ele impôs vão-se manter enquanto o universo funcionar:

Jr 31:35. Assim diz o Senhor, que dá o sol para luz do dia, e a ordem estabelecida da lua e das estrelas para luz da noite, que agita o mar, de modo que bramem as suas ondas; o Senhor dos exércitos é o seu nome:

Jr 31:36. Se esta ordem estabelecida falhar diante de mim, diz o Senhor, deixará também a linhagem de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre.

Jr 31:37. Assim diz o Senhor: Se puderem ser medidos os céus lá em cima, e sondados os fundamentos da terra cá em baixo, também eu rejeitarei toda a linhagem de Israel, por tudo quanto eles têm feito, diz o Senhor.

O ateísmo "ensina" que a mente humana é o resultado das mesmas forças aleatórias que geraram o universo. A nossa mente, segundo o ateísmo, é apenas uma composição de átomos e químicos e nada mais. Se isto fosse verdade, e se o ateu vivesse de acordo com isto, porque é que todos os cientistas assumem que a mente humana pode entender o universo? Para que é que nós precisamos de saber as fórmulas das Leis de Newton para propagar os nossos genes? Isto parece ser um "extra" não necessário para a nossa sobrevivência do dia à dia (caçar e procriar).

Do ponto de vista Bíblico, não há mistério nenhum. A Bíblia ensina-nos que a Mente que criou o Universo criou também a nossa mente, e que à nossa mente foi criada à Imagem da Mente que criou o Universo. Faz todo o sentido que Deus dê aos homens a capacidade de entender o universo como forma de nós sabermos que Ele é o Criador. A atividade científica assume que a nossa mente é mais do que uma composição aleatória de químicos, posição que é garantida pela Bíblia e destruída pelo ateísmo.

Conclusão:

Como se pode vê no que foi dito em cima, longe de ser uma inimiga da ciência, a cosmologia judaico-cristã garante-nos as pressuposições cardinais para a atividade científica. Por outro lado, o ateísmo, ao postular uma causa não-inteligente para o universo (e para a mente humana), destrói toda a pretensão de suporte necessário para a ciência.

A ciência, quando propriamente entendida, é uma arma devastadora contra o ateísmo.

Artigo retirado de: http://genesiscontradarwin.blogspot.com.br/2009/04/como-ciencia-refuta-o-ateismo.html

quarta-feira, 4 de julho de 2012

AFLIÇÕES DA VIDA


Neste mundo estamos sujeitos às aflições,
Onde a vida envolve tantas questões.
Numa realidade do tempo presente,
Presenciamos um mundo iminente.
Que abate a vida em sua carreira,
Que empobrece o destino de almas guerreiras.
Que da noite para o dia perdem os seus bens,
Onde a pobreza e a fome continuam a flagelar,
Milhares de vidas também,
Sendo vítima de tantas indagações,
Mesmo ciente é impossível ignorar as dores dos corações.
Onde o sofrimento é algo comum na natureza insana,
Onde a queda humana tem a existência do mal que emana.
Onde a dor a tristeza e a morte,
Numa corrupção de violência qual será a sua sorte?
No rompimento radical contra o pecado,
É prova real que Deus esta do nosso lado.
Onde a soberania divina,
Em cada dia nos ilumina.
A confiar em um Deus verdadeiro.
Que nos sonda a vida por inteiro.
Onde Deus cuida inteiramente de nós,
E em comunhão podemos ouvir a sua voz.
Onde tudo coopera para o bem,
A quem Jesus Cristo como seu guia também.

A CIÊNCIA ESPACIAL E O DIA LONGO DE JOSUÉ


Depois de atravessarem o Jordão sob a proteção de Deus e comando de Josué, os israelitas iniciaram suas conquistas territoriais em Canaã, arrasando a fortaleza de Jericó e destruindo a cidade de Ai. Estas vitórias deixaram atônitos e apavorados os habitantes daquelas terras, e, como nem todos se julgavam em condições de enfrentar os incríveis invasores, um povo tradicionalmente conhecido como valente e astucioso conseguiu um concerto de paz com Israel: eram os gibeonitas. A aliança unindo dois fortes sob mútuo juramento, em nada agradou aos cananeus de uma maneira geral e pareceu terrivelmente perigosa aos amorreus, por estarem estes bem na rota dos hebreus. A situação exigia deles providencias urgentes e energéticas, que foram tomadas.
Adoni-zedeque, rei da fortaleza de Jerusalém, diplomaticamente enviou cartas aos reis das cidades de Hebrom, Jarmute, Laquis e Eglom, propondo-lhe a formação de uma força militar confederada, única maneira de enfrentar os exércitos de Gibeon e Israel. O estratégico plano visava atacar um inimigo de cada vez: surpreenderiam Gibeon e, vencido este, avançariam dali até Gilgal para a batalha final contra Josué e seu povo. Todos os aspectos do delicadíssimo plano foram pacientemente analisados pelos soberanos amorreus, levando em conta que estava em jogo a própria sobrevivência de suas nações. O plano foi aceito por unanimidade e a data da decisiva campanha militar ficou marcada.
Atacados de surpresa pelos poderosos confederados, os gibeonitas enviaram a Israel um dramático pedido de ajuda à Josué; e este, fiel ao seu concerto, partiu imediatamente em socorro de seu aliado, travando-se a mais importante batalha para Israel em todas as guerra de conquista.
Diz a Bíblia que os valentes de Josué caminharam durante toda a noite e surpreenderam seus inimigos ao raiar da manhã. A luta durou todo aquele dia, mas à tarde os confederados começaram a debilitar-se e a fugir diante do furor de Israel. Foi então que Josué, percebendo que a noite favoreceria seus inimigos por conhecerem bem aquela região, ordenou ao sol e à lua para se deterem no céu, a fim de poder dar cabo de todos os seus inimigos. E assim aconteceu. O povo de Israel vencia a mais importante batalha e garantia, desta forma, sua própria existência como nação. (Josué 10. 1-27)
Como se vê, está sobejamente justificado o milagre do longo dia, tão discutido e até mesmo negado por alguns pseudocientistas que não aceitam nem o sobrenatural e nem a linguagem da Bíblia, quando narra fatos como este.

LINGUAGEM SIMPLES OU CIENTÍFICA?

O relato de Josué, ordenando ao Sol que parasse, é um dos casos apresentados pelos leitores superficiais da Bíblia como anticientífico, por afirmar que o Sol gira em torno da Terra. Mas estas mesmas pessoas não hesitam em dizer, por exemplo: "o Sol está nascendo", "está se pondo" etc. e nunca: " A terra já deu outra volta" ou "meia vota". Da mesma forma, quando se sentem engordar ou emagrecer: "o paletó está-me ficando apertado", ou "a calça está-se tornando folgada", esquecidos de que a diferença está no corpo e não na roupa, e que semelhantes expressões são figuras de pensamento que constam dos rudimentos da gramática. A Escritura Sagrada usa a linguagem do povo e não a dos cientistas.
Kepler, astrônomo do século XVI, escreveu:
"Nós dizemos com o povo: 'os planetas param, voltam... o Sol nasce e põe-se, sobe para o meio do céu' etc. Falamos com o povo, exprimimos o que parece passar-se diante dos nossos olhos, posto que nada de tudo isso seja verdadeiro. Entretanto, todos os astrônomos estão nisso em acordo. Devemos tanto menos exigir da Escritura sobre este ponto, quando é certo que ela, se abandonasse a linguagem ordinária para tomar a da ciência e falar em termos obscuros, que não seriam compreendidos por aqueles a quem ela quer instruir, confundiria os   fiéis simples e não conseguiria o fim sublime a que se propõe." 
 Por outro lado, a oração de Josué, segundo o sentido original, pode traduzir-se por “Sol, cala-te” ou “aquieta-te”. E os cientistas informam-nos que a luz é vocal, ou seja, o Sol, ao enviar suas irradiações sobre esse mundo, provoca um som musical pelas rápidas vibrações das ondas do éter. Esta música, contudo, não pode ser ouvida pelos nossos ouvidos. Admite-se, também, que a ação do Sol sobre a Terra é a causa de sua evolução em torno do seu próprio eixo. Assim, as palavras de Josué demonstrariam uma tremenda exatidão científica, e a Terra teria diminuído a velocidade de seu movimento de rotação, em virtude de um temporário enfraquecimento da ação do Sol sobre ela.
O grande Newton demonstrou quão rapidamente a velocidade da Terra poderia ser diminuída sem choque apreciável para seus habitantes.                                                                                                               

O QUE DIZEM OS CIENTISTAS

Há os que reconhecem mediante as provas científicas, a existência de um dia perdido na história da Terra, mas nega-se a aceitar, como a sua causa, a oração de Josué. Tentam explicar o “milagre” servindo-se da teoria da refração da luz, segundo a qual, devido às diferentes densidades dos gases componentes da atmosfera, através dos quais passam os raios solares, refletem-se ou desviam-se da sua verdadeira direção, como se dá com uma vara mergulhada parcialmente na água, que dá a aparência de estar curva. Através da refração da luz podemos ver o Sol ainda acima da linha do horizonte, quando de fato ele já se pôs.    Todavia, para a grande maioria dos cientistas, a refração da luz daria a impressão de um prolongamento de, no máximo, uma hora. Portanto, um tempo diminuto em relação às vinte e quatro horas perdidas ou ao “quase um dia inteiro” de Josué.
Depois de estudar demoradamente o assunto do ponto de vista astronômico, o professor Totten, da Universidade de Yale, EUA, publicou em jornais daquele país um desenvolvido cálculo matemático no qual os equinócios e eclipses foram calculados para trás, a partir do início deste século até o solstício de inverno do dia de Josué, e apontaram aquele dia como sendo uma quarta-feira, ao passo que, começando bem antes de Josué e seguindo para adiante, o mesmo solstício de inverno parece ser uma terça-feira.    Argumentava o professor Totten que não há cálculo matemático possível capaz de anular a sua conclusão: um dia de 24 horas tem sido inserto na história do mundo.     
Outros cientistas também se dedicaram ao estudo do “dia perdido”. Sir Edwin Ball descobriu haverem-se perdido exatamente vinte e quatro horas do tempo solar, e E. W. Maunder, do Observatório Real de Greenwich, num interessante trabalho publicado em 1904, indica, além do local onde Josué se encontrava, também a hora do dia em que ele orou e aconteceu o notável fenômeno.
Para o professor Totten, a declaração bíblica: “não houve dia semelhante a este, nem antes nem depois dele”, é de uma precisão impressionante, por não haver lugar, na história do mundo, do ponto de vista matemático, para outro dia igual àquele. Nem antes e nem depois tem havido outra data em harmonia com as posições do Sol, da Lua e da Terra, como aquela indicada na Escritura Sagrada.

UM TESTEMUNHO RECENTE

Como vimos o extraordinário “dia longo de Josué” está plenamente confirmado pela Astronomia. Mas há ainda mais. Uma notícia divulgada há alguns anos em vários jornais norte-americanos e de todo o mundo atesta de maneira surpreendente a veracidade das Escrituras.
- Os engenheiros e técnicos do espaço do Centro de Green Balt, Maryland, haviam sido encarregados de determinar com exatidão as posições do Sol, da Lua e dos planetas durante os próximos cem anos. O objetivo visado era o de evitar que os satélites artificiais entrassem em órbita onde ocorreria o risco de se espatifarem contra um desses astros.
Com esse propósito, os programadores encarregaram os computadores de calcular as coordenadas celestes no decorrer dos séculos passados, a fim de poderem fazer os cálculos prospectivos para o futuro. Acionados os computadores, a certo momento as máquinas pararam. Acendeu-se a luz vermelha indicando que os computadores haviam recebido uma informação falsa, que estaria em desacordo com todos os demais dados fornecidos.
Convocados os técnicos e os especialistas, revelaram uma estranha descoberta: “Há falta de um dia nos tempos passados!” [...] “como pode ser isso?”, todos perguntaram. Era necessário descobrir, pois do contrário a pesquisa para o futuro não poderia prosseguir.
Um dos membros da equipe esclareceu: “Lembro-me de um texto da Bíblia onde lê que o sol parou no céu”. Assim os cientistas tiveram que examinar, na Bíblia, a narrativa de Josué 10.12-15. Nessa ocasião Deus ouviu a oração de Josué em favor do povo de Israel e “o sol se deteve no meio do céu e não se apressou a pôr-se, quase um dia inteiro”.
Essa nova informação foi programada para os computadores. Recomeçados os cálculos, das conjunções planetárias daquela época, constatou-se ainda uma inexatidão! A duração do tempo suplementar intercalado era de 23 horas e 20 minutos, e não de 24 horas exatas! Voltando ao texto bíblico os cientistas observaram: “o sol... não se apressou a pôr-se, quase um dia inteiro!” Faltavam, pois, ainda, 40 minutos. Onde estariam?
Aquele membro da equipe, que conhecia a Bíblia, esclareceu: “Lembro-me de outro texto, que revela que a sombra do Sol voltou-se para trás!” Novamente os cientistas se debruçaram sobre a Bíblia para ler em 2Rs 20.8-11, que Deus ouviu a oração de Isaías e fez com que, no relógio de Acaz, a sombra recuasse 10 graus. Esse retrocesso corresponde aos 40 minutos faltantes!
(Folha da Tarde, de São Paulo, edição de 30 de setembro de 1974).
Esta informação foi confirmada pelo pastor e prof. Antônio Gilberto, tradutor do Ministério da Marinha e que, na ocasião, cursava engenharia mecânica espacial nos Estados Unidos. Ele esteve presente participou das experiências e acompanhou o desenrolar dos fatos.

A VOZ DA HISTÓRIA

Provado cientificamente, o dia longo de Josué encontra fortes evidências também na História, pelo menos em seis origens diferentes. As três nações historiadoras do mundo, Grécia, Egito e China, também o México, confirmam e registram a memória de “um dia extraordinariamente longo”.
Heródoto, o chamado Pai da História, nascido na Grécia uns 500 anos antes de Cristo, deixou escrito o que lhe contaram sacerdotes egípcios acerca de uma ocasião em que o Sol havia duas vezes nascido... Acredita-se que isso se referia ao dia longo de Josué, ainda que a declaração seja distorcida e exagerada.
Na China, registrou-se que certo duque, achando-se empenhado numa batalha e receando que a noite interviesse e lhe impedisse a vitória, arremessou a lança ao Sol e este recuou no firmamento três sinais zodiacais (cerca de 6 horas).
No México, Lord Kingsborough descobriu um registro mexicano de um dia extraordinariamente longo, no ano por eles conhecido como “Os sete Coelhos”, correspondente exato ao ano em que Josué conquistou a Palestina.
Incluindo-se o testemunho de Jasher, “O Reto”, contemporâneo de Josué, que registrou o fato, a historicidade fica confirmada por seis fontes e em cinco diferentes países, a saber: Grécia, China, Egito, México e Palestina.
“Que os sábios continuem a multiplicar suas descobertas! Que ao custo de pesquisas eles perscrutem até o menor dos detalhes, as narrações que nos foram conservadas dessas idades obscuras! Tudo o que conseguem fazer é tornar mais persuasivas a admirável simplicidade e exatidão fundamental das verdades registradas nos Livros Sacros que têm esclarecido até hoje a peregrinação do homem.” Palavras do Primeiro Ministro Britânico, Sir Winston Churcchill.
A infalibilidade da Bíblia Sagrada não poderia ser mais bem proclamada do que nesta oração de Jesus: “a Tua palavra é a Verdade.” (João 17. 17). 

(Esse artigo foi retirado da revista JOVEM CRISTÃO; ANO I - OUTUBRO - DEZEMBRO DE 1978. artigo criado por: Abraão de Almeida)